
A população do Distrito Federal ganhou ontem um presente da CEB (Companhia Energética de Brasília) e do governo, por meio da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica): reajuste de 11,11% na conta de energia elétrica. Como se já não pagássemos muito caro (um abuso, algo desumano para o padrão salarial do brasileiro).
É interessante observar como os investimentos (?) da CEB são precários. O governo não deveria autorizar aumento apenas se houvesse uma compensação da companhia por serviços prestados e por investimentos em estrutura? A companhia pede reajuste e ganha? Simples assim?
Brasília, plena capital federal, tem estrutura energética que eletriza a paciência de qualquer pessoa.
A energia nas residências é extremamente instável. Perdem-se componentes eletrônicos facilmente, devido a oscilações. Já passei por isso em minha casa (apesar de proteções instaladas). Quem deve comemorar são as seguradoras de residências: podem se livrar de pagamentos de perdas de produtos devido a oscilações de energia, alegando que a culpa é toda da CEB… que deve colocar a culpa na falta de proteção na residência… Será que é assim mesmo, uma bola de neve?
O que mais perturba são as corriqueiras quedas de energia. Em dias chuvosos, não raro temos o caos instalado. Tudo bem que chuvas fortes causam estragos, mas, depois de anos vendo essa situação, ninguém pensa em melhorar nada?
Está com viagem marcada para Brasília em período de chuvas? Provavelmente, enfrentará uns apagões… Em Brasília, choveu, adeus energia. Já me acostumei — e olha que moro aqui há menos de dois anos e meio.
Desde a semana passada estamos com fortes chuvas por aqui — o que nos assustou, pois a época é de seca. Quando caiu a primeira chuva, eu estava em casa e peguei uma lanterna. Já esperava a queda de energia! Cinco minutos depois, adivinhem só… E a energia voltou após oito horas!
Aumento de 11,11% para nós? OK. Mas agora me preocupo: será que a minha paciência também será reajustada?











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6 usuários com resposta neste post
Eu entendo sua revolta por não ter uma prestação de serviço decente, que corresponda ao reajuste.
Aqui na região de Rio Preto, a CPFL reajustou há poucos dias em mais de 20% (isso mesmo, VINTE por cento) a tarifa de energia elétrica. Porém, estou pra ver uma concessionária tão eficiente com essa.
Em todas as vezes que há queda de energia, há uma ocorrência envolvida: queda de raios nas torres, árvores que caem sobre as linhas de transmissão, mas não me lembro da CPFL fazer “corpo mole” e prestar um serviço deficiente. Com a iluminação pública, idem: dias atrás, a lâmpada do poste em frente de casa queimou. Liguei no dia seguinte pela manhã, e o prazo era de 48 horas para o reparo. Três horas após a ligação, já estavam no poste.
Já as operadoras de celular.…
Oi Glauco!
Esses aumentos absurdos, por serviços tão precários é revoltante mesmo. Aqui em Pernambuco convivemos com serviços precários também, afinal estamos no Brasil, tudo vira pizza.As multinacionais, que comandam as empresas de energia elétricas abusam e nós pagamos a conta pelos mal serviços
abraço
Albani
Albany, TUDO aqui é pizza. Por isso nos especializamos tanto e somos capazes de fazer a melhor pizza do planeta!
(É verdade. É minha comida preferida, por isso experimento em todos os países. A pizza no Brasil é, de longe, a melhor!)
Thiago, 11 de reajuste já foi um choque. Mas… 20%???!!!
E você citou bem: apesar dos problemas, aí no Estado de SP há muitas vantagens em algumas empresas de serviços públicos. Às vezes não são bons, mas “tornam-se” bons quando comparamos com outros Estados. É o caso da CPFL, que você citou. Eu gostava quando morava aí. E a Telefonica? Ah, muito xingada, muitos problemas, mas, comparada ao resto de todo o país, a Telefonica é PARAÍSO. Eu tenho saudade!
GLAUCO
É… vinte por cento é muita coisa, e nos força a economizar até o que é “inconomizável”, hahaha. O consolo, se podemos dizer, é a boa prestação do serviço.
Falando na Telefonica, ela está se retratando acerca dos episódios do Speedy. No dia de hoje, 1º de setembro, ela publicou uma nota nos jornais informando a volta da venda do serviço, com uma retratação dos serviços que voltaram a ser prestados, segundo ela, com mais eficiência. Aguardemos.
Thiago, a nossa realidade: vai melhorar, sim. Não tendo dúvida. De ruim para razoável.
No “Braziu”, não temos direito a qualidade total. Não adianta. Só o que não falha são os preços altos.
É como a telefonia celular. Por que ainda não saí voaaaaaaaaaando da TIM, ou melhor, da FIM? Porque a portabilidade, na prática, é isto: sair do pavoroso para cair no horrível.
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